21 de abril de 2018

Pinoquice: Revista da Globo acusa GospelPrime de espalhar notícias falsas


Pinoquice: Revista da Globo acusa GospelPrime de espalhar notícias falsas

Julio Severo
Em reportagem de capa intitulada “O exército de Pinóquios,” a revista Época atacou frontalmente o maior portal evangélico do Brasil por causa de uma denúncia do GospelPrime sobre repasse de verbas para a Autoridade Palestina, que, de acordo com a Época, não tem envolvimento com o terrorismo.
Buscando desacreditar o GospelPrime, Época tentou manchar a fonte de renda do site evangélico. De acordo com a revista da Globo, o GospelPrime ganha de R$ 10 mil a R$ 20 mil por mês — valor que não deve chegar nem a 1 por cento do que a Globo tira. Se Época vê ou tenta insinuar “corrupção” nessa quantia, o que dizer dos milhões que as organizações Globo recebem de várias fontes, inclusive governamentais?
As denúncias contra a Globo são antigas. Há por exemplo o livro “A história secreta da Rede Globo,” escrito por Daniel Heiz e publicado em 1987.
Em sua reportagem, a Época disse: “O Gospel Prime, por exemplo, não publica única e exclusivamente informações falsas, mas, de vez em quando, solta pérolas como a dos terroristas palestinos ou a de um cientista que colocou em xeque a Teoria da Evolução (que, na realidade, acabou demitido).”
Época faz parecer que a única ocupação do GospelPrime é espalhar notícias falsas. Embora eu não concorde com todas as informações desse portal, o GospelPrime está muito longe de ser um promotor exclusivo de notícias falsas. A Globo e seus veículos de desinformação ocupam muito mais espaço nessa área.
Se crianças precisam de proteção contra a agenda gay, a Globo invariavelmente promove o ponto-de-vista dos predadores homossexuais. Isso é fakenews, ou notícia falsa.
O GospelPrime fica do lado das crianças, que são as vítimas de doutrinações homossexuais e até abusos físicos. Isso é notícia verdadeira.
Se o aborto mata crianças, a Globo mostra esse tipo de assassinato como mero “direito” de mulheres assassinas. Isso é fakenews.
O GospelPrime fica do lado das crianças, que são vítimas de torturas e morte nas mãos de médicos aborteiros. Isso é notícia verdadeira.
A Globo é um oceano de fakenews. Ver a Globo acusar o GospelPrime de notícias falsas é a mesma coisa que ver Stálin acusando Billy Graham de ser genocida.
Em resposta, o GospelPrime publicou sua “Nota de Esclarecimento sobre ataque da Revista Época.”
O ataque frontal da Globo ao GospelPrime é prova de uma tendência irreversível: a maior resistência ao socialismo no Brasil são os evangélicos. Essa tendência já foi confirmada pela esquerda no Brasil e também foi comprovada por The Nation, uma das revistas mais antigas dos EUA.
A reportagem da Época é pura perseguição e medo do poder dos evangélicos, que vão continuar avançando e derrubando estruturas que há décadas produzem fakenews sobre os evangélicos e sobre valores pró-vida e pró-família que são tão importantes para a maioria dos brasileiros.
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19 de abril de 2018

Os profetas de Israel celebrariam o aniversário de 70 anos do Estado de Israel?


Os profetas de Israel celebrariam o aniversário de 70 anos do Estado de Israel?

Julio Severo
Cristãos no mundo inteiro celebraram os 70 anos de independência de Israel em 18 de abril de 2018, apontando não só para a sobrevivência de Israel em meio a nações muçulmanas hostis, mas também seu progresso econômico.
Contudo, pelo fato de que amam muito Israel, os cristãos têm ignorado grandes questões que afetam a sobrevivência eterna e terrena dos judeus.
Se recebessem a oportunidade divina de ressuscitar hoje, os profetas do antigo Israel celebrariam o progresso econômico do Israel moderno?
Eles tinham olhos espirituais e até mesmo quando o antigo Israel estava tendo progresso terreno, eles apontavam que os pecados deles trariam destruição.
Eles condenavam especialmente a idolatria, que envolvia sacrifício de crianças e homossexualidade.
Esses três pecados estão presentes no Israel moderno. Existe uma idolatria de ideologias materialistas que apoiam o aborto provocado — que é sacrifício de crianças — e a homossexualidade, que é “sagrada” nas leis israelenses. Aliás, Israel é um campeão desses dois pecados no Oriente Médio.
Os antigos profetas muitas vezes clamavam para Israel:
​​​​​​​​Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá. ​​” (Isaías 59:2 NVI)
“Diga a esse povo: Darei de graça a sua riqueza e os seus tesouros como despojo, por causa de todos os seus pecados, por toda a sua terra.” (Jeremias 15:13 NVI)
Por que os cristãos deveriam achar que a mensagem deles seria diferente hoje?
Muitas vezes os cristãos nos Estados Unidos — a maior nação protestante do mundo — e no Brasil — a maior nação católica do mundo — condenam o aborto e a agenda gay em seus próprios governos e nações. Eles também condenam o aborto e a agenda homossexual em outras nações e na ONU. Mas ficam em silêncio sobre os mesmos pecados no governo israelense. Eles celebram Israel constantemente, independente de seus pecados.
Se ressuscitassem hoje, os profetas fariam o que os cristãos estão fazendo? Eles celebrariam? Não. Eles fariam hoje o que eles costumavam fazer no antigo Israel: eles chorariam para que Israel se arrependesse de seus pecados. Eles proclamariam para os judeus de hoje que eles precisam aceitar o Messias Jesus.
Muitos cristãos parecem pensar: “Como posso apontar os pecados de aborto e homossexualidade para Israel se há preocupações maiores, principalmente que Israel está cercado por inimigos muçulmanos, que querem destruí-lo?”
Nada mudou. Quando os antigos profetas profetizaram contra os pecados de Israel, Israel estava também cercado de inimigos que queriam destruí-lo.
Progresso econômico e tecnológico é importante, mas sem salvação em Jesus Cristo, no final das contas não existe nenhum ganho real. E quando o aborto, a homossexualidade, o socialismo e outros pecados estão avançando em Israel, o Deus dos antigos profetas está celebrando ou chorando? O Deus de Israel está celebrando ou chorando?
Jesus veio para Israel não só como Judeu, mas principalmente como seu Messias. Contudo, os judeus não o receberam bem. A Bíblia diz:
“Aquele que é a Palavra veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu.” (João 1:11 NTLH)
Os cristãos deveriam se conduzir como o Apóstolo Paulo, que era judeu. Ele disse:
“Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos.” (Romanos 10:1 NVI)
Os cristãos deveriam se engajar em oração constante pela salvação de Israel em Jesus Cristo.
Os cristãos podem celebrar quando Israel prospera economicamente.
Os cristãos podem celebrar quando Israel pode se defender de terroristas muçulmanos.
Os cristãos podem celebrar quando Jerusalém for finalmente reconhecida como capital de Israel.
Entretanto, Isaías, Jeremias e outros antigos profetas diriam:
Não podemos celebrar a prosperidade econômica de Israel quando o aborto, a homossexualidade e outros pecados destrutivos estão avançando em Israel.
Não podemos celebrar a força militar israelense de se defender quando sabemos que pecados destroem a defesa real de uma nação. Aliás, a homossexualidade destruiu Sodoma, que era uma antiga cidade que está na terra de Israel.
Não podemos celebrar Jerusalém como capital de Israel quando esta cidade santa celebra paradas homossexuais todos os anos e derrama o sangue inocente de suas crianças por meio do aborto legal.
Como é que poderíamos celebrar quando Israel não está salvo? Como é que poderíamos celebrar quando Israel não conhece seu Salvador Jesus Cristo?
Os cristãos deveriam chorar e orar pela salvação de Israel, pois a maior celebração é a salvação. Jesus disse:
“Eu lhes digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” (Lucas 15:10 NVI)
Quando Israel se arrepender de seus pecados — inclusive o aborto e a homossexualidade — e aceitar seu Messias, haverá alegria e celebração no céu e entre cristãos verdadeiros na terra.
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18 de abril de 2018

Pastor americano é preso, acusado de “terrorismo,” na Turquia


Pastor americano é preso, acusado de “terrorismo,” na Turquia

Julio Severo
Um pastor americano está preso na Turquia desde outubro de 2016 acusado de ter ajudado grupos terroristas ou de ter espionado contra a Turquia.
Andrew Craig Brunson
Andrew Craig Brunson, um pastor evangélico de 50 anos da Carolina do Norte, enfrenta até 35 de prisão por acusações de “cometer crimes em prol de grupos terroristas” e “espionagem.”
Brunson, que nega ter cometido algum crime, foi preso em 2016 por ligações alegadas com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, o partido socialista curdistão que tem lutado pela independência da Turquia.
“Não vimos nenhuma prova credível de que o sr. Brunson seja culpado de um crime e estamos convencidos de que ele é inocente,” disse numa declaração Heather Nauert, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.
Brunson trabalhou como pastor da Igreja da Ressurreição de Izmir, uma pequena congregação evangélica em Izmir, a cidade bíblica de Esmirna, e tem vivido na Turquia por 23 anos.
O Presidente Donald Trump tem pedido que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan liberte Brunson, mas seu pedido não tem obtido resposta.
A acusação da Turquia contra o pastor evangélico é absurda. Ainda que os terroristas sejam comuns no islamismo, eles não são comuns no Cristianismo, principalmente entre evangélicos.
Erdogan deveria ver essa diferença óbvia e imediatamente libertar Brunson.
É uma afronta imensa a Turquia prender um pastor evangélico da nação que lidera a OTAN, pois a presença da Turquia na OTAN foi um privilégio exclusivamente — e imerecidamente — concedido pelos Estados Unidos. A Turquia é radicalmente islâmica e seus valores são contrários, em religião e história, aos valores cristãos da Europa e Estados Unidos. Não existe nenhuma justificativa para a Turquia ser membro da OTAN e aliada dos EUA.
Entretanto, não é só o ataque da Turquia a um pastor inocente que prova que a Turquia não merece ser aliada de nações cristãs.
No mês passado, Erdogan disse que Israel é “um Estado terrorista” e que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu é “um terrorista” por causa de esforços defensivos de Israel contra os terroristas palestinos. A Turquia tem financiado e armado o Hamas contra Israel e, com a Arábia Saudita, tem financiado e armado grupos terroristas islâmicos, inclusive o ISIS, contra o governo sírio. Isso é terrorismo real. Como é que a Turquia islâmica pode hipocritamente acusar Israel de terrorismo?
Um dos maiores genocídios modernos de cristãos foi cometido pela Turquia. Cerca de 100 anos atrás na Turquia, um número estimado de 1,5 milhão de cristãos armênios em 66 cidades e 2.500 vilas foram massacrados; 2.350 igrejas e monastérios foram saqueados e 1.500 escolas e colégios foram destruídos. Apesar disso, para aplacar a ira da Turquia, Trump tem evitado dizer que o Genocídio Armênio foi genocídio. Israel, que todo ano acertadamente comemora o Holocausto, também tem evitado reconhecer o Genocídio Armênio, ainda que cristãos evangélicos estejam trabalhando muito para pressionar as nações a reconhecer o Holocausto. Tanto os EUA quanto Israel não reconhecem o Genocídio Armênio porque os muçulmanos turcos odeiam ouvir sobre seus crimes contra os cristãos.
Por essas razões óbvias, a Turquia representa preocupações para os cristãos, que olham também para fatos históricos com relação à violência da Turquia contra cristãos e judeus.
Hagia Sophia, a maior e mais antiga catedral cristã do mundo, foi conquistada pelos muçulmanos em 1453 em Constantinopla, o nome cristão da atual cidade islâmica de Istambul, Turquia. Uma civilização cristã foi destruída por invasores islâmicos que transformaram a terra cristã — a terra das sete igrejas do Apocalipse — na Turquia.
Não só uma terra tradicionalmente cristã foi conquistada, mas também a terra de Israel.
De 1517 a 1917, a Turquia — que era então o Império Otomano — conquistou e possuiu a Terra Prometida. Isto é, durante quatro séculos a terra de Israel esteve sob controle islâmico. Então quando a Bíblia fala de Gogue e Magogue vindo do Norte e conquistando Israel, isso era a Turquia, que está no Norte de Israel, e possuiu a terra de Israel por séculos.
Aliás, acadêmicos judeus e cristãos apontaram para a Turquia como Gogue e Magogue, conforme o escritor evangélico Joel Richardson mostrou:
Hipólito de Roma (170–235), um teólogo cristão primitivo, em suas crônicas, conectou Magogue com os gálatas na Ásia Menor, ou Turquia moderna.
Moisés Ben Maimonides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), o reverenciado mito judeu, em Hichot Terumot, identificava Magogue como estando na fronteira da Síria e moderna Turquia.
Nicolau de Lira (1270–1349), um estudioso hebreu e renomado exegeta bíblico, cria que Gogue era outro título do Anticristo. Lira também afirmou que a religião dos “turcos,” um termo usado para se referir aos muçulmanos em geral, era a religião do Anticristo.
Martinho Lutero (1483–1546) compreendia que Gogue era uma referência aos turcos, os quais Deus havia enviado como flagelo para castigar os cristãos.
Sir Walter Raleigh (1554–1618), em sua História do Mundo, também colocava Magogue na Ásia Menor, ou Turquia moderna.
John Wesley (1703–1755), em suas Notas Explicativas sobre Ezequiel 38 e 39, identificava as hordas de Gogue e Magogue com “as forças do Anticristo” que viriam da região da moderna Turquia.
Jonathan Edwards (1703–1758), um dos mais renomados teólogos da história americana, também via a Turquia moderna como a nação que traria a invasão de Gogue e Magogue.
Por que os Estados Unidos alistaram Gogue e Magogue — que trata um pastor evangélico e Israel como “terroristas” e que matou 1,5 milhão de cristãos armênios — como membro da OTAN e seu aliado? Para vir do Norte e conquistar Israel de novo? Para vir do Norte e conquistar cristãos e tratá-los como “terroristas” de novo? Para matar cristãos, como no Genocídio Armênio e na Síria por meio de grupos terroristas islâmicos?
A Turquia tem um perfil profético que não só se encaixa em Gogue e Magogue, mas também como uma grande ameaça aos cristãos e Israel nos últimos dias.
Com informações de Associated Press, WorldNetDaily, Haaretz e Jerusalem Post.
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17 de abril de 2018

Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles


Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles

Julio Severo
“Defender opiniões não vegetarianas, defender a procriação ou se opor ao aborto não caem bem. Isso vai contra a missão deste grupo, que segue a ética vegetariana e é antinatalista.”
“Pessoas não vegetarianas e pais não são permitidos neste grupo.”
Essas são apenas algumas das regras fundamentais para entrar nos fóruns de Facebook (tais como Vegetarianos Livres de Filhos e Legião Vegion Anti-Natalista) mantidos por vegetarianos anti-bebês ou antinatalistas que acreditam que é essencialmente imoral o ser humano ter filhos. Um dos promotores principais do antinatalismo é o cadêmico sul-africano David Benatar, cujo livro de 2006 “Better to Never Have Been” (Melhor Nunca Ter Existido) argumentou que “vir a existir é sempre um dano sério. As pessoas jamais, sob nenhuma circunstância, deveriam procriar — uma postura chamada ‘antinatalismo.’”
Se você não concorda com o antinatalismo dos vegetarianos e sua ética, você deveria provavelmente ficar longe, bem longe dos fóruns que discutem isso. Uma usuária de Facebook se queixou de que, quando outros membros do grupo perceberam que ela era contra o aborto, ela foi totalmente caluniada e “recebi muitas [ameaças] de morte, disseram-me que eu seria estuprada, e deram detalhes bastante vividos e fortes de como eu deveria me matar e como eu deveria ser estuprada por vários homens.”
Há uma hostilidade clara dirigida contra as pessoas que têm filhos — elas são estigmatizadas, debochadamente, como “procriadoras” pelos vegetarianos antinatalistas. Na página de Facebook Vegetarianos Livres de Filhos, entre as fotos e vídeos que dá para se considerar ofensivos estão: “Mães amamentando, barrigas de mulheres grávidas, bebês e crianças em geral.”
Um vegetariano antinatalista disse:
“Acho excepcionalmente egoísta trazer mais vidas a este mundo. Acho a noção inteira da procriação narcisista, egomaníaca e enganosa. O que faz as pessoas acharem que o mundo precisa de outro você? É tão egoísta querer de forma deliberada e descuidada reproduzir o seu DNA.”
As pessoas não simplesmente nascem odiando bebês e famílias grandes. Grande parte dessa mentalidade é resultado de pura propaganda e doutrinação. Por exemplo, em 1974 o governo dos EUA produziu um documento ultra-confidencial, intitulado NSSM 200, sobre como reduzir os índices de natalidade em outras nações para o benefício exclusivo dos interesses econômicos dos Estados Unidos. Certamente, havia outras iniciativas de controle de natalidade antes, mas o NSSM 200 foi a campanha de controle populacional mais importante já feita, efetivamente sequestrando nas sombras governos e a ONU e colocando-os a serviço do controle populacional. O NSSM 200 foi de longe a máquina de propaganda, doutrinação e ações mais abrangente contra os bebês já planejada.
Seus resultados são vistos hoje com pessoas não dando importância ao casamento, aos bebês e às famílias. Quando as pessoas hoje querem só dois filhos, isso é o NSSM 200. A meta do NSSM 200 era programar os casais a desejar apenas dois filhos ou menos.
Durante milhares de anos, o único jeito de as pessoas sobreviverem na sua velhice era sendo sustentadas por seus próprios filhos.
Entretanto, por cerca de cem anos o Estado tem assumido as funções da família, inclusive educação e cuidado de crianças e sustento na velhice.
Agora o Estado sustenta os velhos tomando os ganhos da novas gerações e dando uma parte para os idosos.
Hoje, é muito fácil para um casal evitar filhos, pois eles confiam em que o Estado os sustentará por meio dos filhos dos outros casais. Mas à medida em que os números de crianças estão caindo por causa do controle da natalidade e do aborto e à medida em que os números de idosos estão aumentando, o Estado cedo ou tarde terá de decidir como sustentá-los ou eliminá-los.
Aqueles que vivem pelo Estado morrerão por sua espada.
Aqueles que vivem pela Espada de Deus (Sua Palavra) serão sustentados por seus próprios filhos. A Palavra de Deus diz sobre filhos:
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.” (Salmo 127:3 NVI)
O Senhor “Dá um lar à estéril, e dela faz uma feliz mãe de filhos. Aleluia!” (Salmo 113:9 NVI)
“Então disse Jesus: ‘Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.’” (Mateus 19:14 NVI)
Esquerdistas e outros radicais têm sua própria filosofia sobre filhos: Eles não querem ter seus próprios filhos para educar, mas exigem os filhos dos outros casais para doutrinação.
Eles não querem ter seus próprios filhos para sustentá-los na sua velhice, mas exigem os filhos dos outros casais para sustentá-los em sua velhice por meio de um sistema estatal que demole a família.
Com informações do DailyMail.
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15 de abril de 2018

Aumento de imigrantes muçulmanos faz homossexuais franceses voltarem para dentro do armário


Aumento de imigrantes muçulmanos faz homossexuais franceses voltarem para dentro do armário

Julio Severo
O site conservador liberal Breitbart noticiou hoje que “lésbicas que vivem em subúrbios franceses cheios de imigrantes são forçadas a esconder sua sexualidade e muitas são até forçadas a se mudarem se ‘saem do armário.’”
O Breitbart também disse:
Os subúrbios cheios de imigrantes se tornaram comumente conhecidos como zonas proibidas devido aos níveis elevados de crimes… e o predomínio do islamismo radical.
O Breitbart acrescentou:
Duas lésbicas no subúrbio parisiense de Val-d’Oise no início deste ano… foram atacadas fisicamente por um grupo de jovens no metrô que as chamou de “prostitutas lésbicas” e gritou outros palavrões contra elas.
Homens homossexuais também têm sido alvos de ameaças e importunações de indivíduos de áreas de imigrantes. No mês passado no subúrbio parisiense de Hauts-de-Seine dois homens relataram que uma mulher gritou contra eles num supermercado chamando-os de vários palavrões e dizendo: “Eles merecem morrer. Na Argélia [país islâmico], costumamos cortar as cabeças deles.”
Isso é só o começo. Com o crescimento do islamismo na Europa, militantes homossexuais, que fazem acusações espalhafatosas contra os cristãos, insinuando que mencionar a postura da Bíblia contra o homossexualismo equivale a atitudes assassinas contra homossexuais, vão ficar calados quando muçulmanos radicais começarem a matar homossexuais.
Com os cristãos, que não matam homossexuais, os militantes gays abusam nas acusações.
Com os muçulmanos, que matam homossexuais, os militam gays se calam de medo.
Apesar de tudo, hoje os homossexuais europeus gozam dos muçulmanos mais “respeito” do que as mulheres e meninas, que estão sendo estupradas aos milhares em toda a Europa.
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14 de abril de 2018

Apoiadores de Trump condenam decisão de lançar ataques aéreos na Síria


Apoiadores de Trump condenam decisão de lançar ataques aéreos na Síria

Jacqueline Thomsen
Proeminentes apoiadores do Presidente Trump estão expressando ceticismo com sua decisão de lançar ataques aéreos contra a Síria, condenando essa ação como excessivamente agressiva e desnecessária.
Tucker Carlson e Laura Ingraham, apresentadores da Fox News, o canal noticioso mais conservador dos EUA, questionaram a decisão de Trump na sexta-feira de lançar ataques em retaliação por um ataque de armas químicas que os EUA atribuíram ao governo sírio.
Carlson comentou que o ataque contradiz a mensagem do presidente Trump durante sua campanha de 2016, e Ingraham disse que ela crê que intervenções em outros países podem ser arriscadas, conforme mostra a Guerra do Iraque, de acordo com o jornal Daily Beast.
Michael Savage, um proeminente escritor conservador e apresentador de programa de rádio, tuitou que “triste, promotores de guerras sequestraram os EUA” depois da notícia do ataque.
Alex Jones, do Infowars, chorou enquanto falava contra a ação militar de Trump.
“Se ele tivesse sido um patife desde o início, não seria tão ruim,” Jones disse de Trump. “Fizemos tantos sacrifícios e agora ele faz m**da em cima de nós. Isso tudo me enoja.”
A escritora conservadora Ann Coulter também compartilhou sua oposição ao ataque, retuitando uma série de outras figuras conservadoras ou da extrema direita que condenaram o ataque e citando as próprias mensagens passadas de Trump contra ações militares na Síria.
E figuras da extrema direita como Mike Cernovich e Laura Loomer xingaram Trump pelo ataque militar contra a Síria.
Trump anunciou na sexta-feira que ele havia ordenado “ataques de precisão” contra a Síria por causa de um aparente ataque de armas químicas por parte das forças do líder Bashar Assad. Os ataques miraram áreas ligadas ao programa de armas químicas da Síria.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The Hill: Trump supporters slam decision to launch strikes against Syria
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13 de abril de 2018

Trump está cedendo na questão da Síria?


Trump está cedendo na questão da Síria?

Patrick J. Buchanan
Comentário de Julio Severo: Patrick J. Buchanan, que é católico conservador pró-vida e foi assessor do presidente Ronald Reagan, fala sobre a grave situação em que Trump descuidadamente ameaçou bombardear a Síria e zombou da Rússia. Ele fala com muita experiência. Por isso, apoio suas palavras. Contudo, há um pequeno trecho em que ele comete um deslize. Ele disse: “Por que arriscar guerra com a Rússia na Síria, quando, pela própria falta de ação americana nessa guerra civil de sete anos, os EUA mostraram que não têm nenhum interesse vital ali?” Na verdade, o que mais houve na Síria foram ações americanas: Obama enviou tropas para a Síria, as quais continuam até hoje lá, ilegalmente. A CIA, desde a época de Obama, vem armando os grupos terroristas sírios para derrubar o governo sírio. Esse é um detalhe importantíssimo para entender que os EUA estão de forma ativa e negativa envolvidos na guerra civil síria, que foi provocada por Hillary Clinton, que resultou numa das maiores carnificinas de cristãos da história moderna. Só houve um tipo de falta de ação: Não houve nenhuma ação dos EUA para resgatar os milhares de cristãos sírio que foram colocados diretamente em perigo do ISIS em consequência das intervenções de Obama e Hillary para derrubar o governo sírio. Os EUA foram 100 por cento omissos com os cristãos sírios. Mas tristemente as palavras e ações de Trump seguem as loucuras dos neocons. Leia então o artigo de Buchanan:
Quarta-feira de manhã, o Presidente Trump chocou os EUA com um tuíte que continha tanto uma ameaça quanto uma zombaria:
“A Rússia prometeu derrubar todo e qualquer míssil disparado contra a Síria. Prepare-se, Rússia, pois eles estão vindo, bacanas, novos e ‘inteligentes!’ Vocês não deveriam ser parceiros do Animal Assassino a Gás que mata pessoas e adora isso!”
Trump estava respondendo a um aviso da Rússia de que abateria mísseis americanos disparados contra seus aliados sírios, e a Rússia se reservou o direito de disparar em navios e bases americanos dos quais tais mísseis fossem lançados.
O “Animal Assassino a Gás” era o presidente sírio Bashar Assad.
Naquela tarde, o ministro da Defesa James Mattis reduziu o impacto disso. “Ele havia visto evidência suficiente para condenar Assad de um ataque de gás venenoso na cidade síria de Douma?” perguntaram a Mattis. Sua resposta: “Ainda estamos avaliando as informações secretas… Ainda estamos trabalhando nisso.”
Na quinta-feira de manhã, Trump pareceu retroceder em sua ameaça: “Eu nunca disse quando o ataque contra a Síria ocorreria. Pode ser muito logo ou não tão logo!”
Trump está planejando um ataque maior e está silenciosamente ajuntando os aliados? Ele está dando sinal de que um ataque dos EUA contra a Síria pode não estar vindo?
Qualquer que seja o caso, o alívio com a aparente batida em retirada dele foi evidente.
Contudo, o intervalo deveria causar algumas reconsiderações sóbrias.
Por que arriscar guerra com a Rússia na Síria, quando, pela própria falta de ação americana nessa guerra civil de sete anos, os EUA mostraram que não têm nenhum interesse vital ali? E, certamente, os EUA não têm nenhum interesse na Síria tão crucial a ponto de justificar uma guerra com uma Rússia armada com armas nucleares.
Trump permitiu que sua revolta com as fotos horrorosas de crianças mortas, alegadamente a gás, o impelisse a ameaçar ação militar que com quase certeza trará como consequência a morte de mais crianças.
As emoções não deveriam ter espaço para governar o que o presidente pensa e expressa muitas vezes: Embora o resultado da guerra civil da Síria possa significar tudo para Assad, e muito para a Rússia, Turquia, Arábia Saudita, Irã e Israel, significa comparativamente pouco para os EUA que estão a quase dez mil quilômetros de distância.
Os EUA não podem eternamente brigar nas guerras de outros povos sem acabar no mesmo entulho da história como outras potências antes dos EUA.
E por que não conversar diretamente com os adversários dos EUA ali?
Se Trump pode conversar com Kim Jong-um, que usou um canhão antiaéreo para executar seu tio e ordenou o assassinato de seu meio-irmão num aeroporto da Malásia com arma química, por que os EUA não podem conversar com Bashar Assad?
Em 1974, o presidente republicano americano Richard Nixon voou para Damasco, capital da Síria, para estabelecer relações com o pai de Assad, o futuro “Açougueiro de Hama.” George H.W. Bush recrutou Hafez al-Assad e 4.000 tropas sírias em sua Guerra do Golfo para libertar o Kuwait.
Quais são os interesses limitados dos EUA na Síria em 2018?
Os interesses são: Conter a al-Qaida, exterminar o califado do ISIS e efetuar o melhor acordo com os curdos que têm sido leais e cruciais para a campanha dos EUA contra o ISIS. Os governos da Síria, Rússia e Irã não estão lutando contra os EUA nessas frentes de batalha, pelo motivo que a al-Qaida e o ISIS também são inimigos deles.
Quanto ao futuro político da Síria, não é vital para os EUA e não cabe aos EUA decidirem isso. E os esforços de outros para envolver os EUA nas guerras deles, embora seja compreensível, precisam ser resistidos.
Na capital dos EUA e em todo o Oriente Médio, há pessoas que desejam recrutar as riquezas e o poder dos EUA para avançar suas metas e realizar suas visões. Tendo permitido que eles conseguissem o que queriam reduziu os EUA como superpotência do que os EUA eram no final da Guerra Fria.
Isso tem de parar, e os EUA sabem disso.
Entre os motivos por que o Partido Democrático nomeou Barack Obama e os EUA o elegeram foi que seus oponentes, Hillary Clinton e John McCain, apoiaram a Guerra do Iraque, à qual Obama se opôs.
Entre as razões por que o Partido Republicano nomeou Trump e os EUA o elegeram foi que ele havia prometido tirar os EUA de guerras e manter os EUA fora de guerras como essa guerra civil síria.
Não é irônico que hoje os neocons, que detestavam Trump e rejeitaram sua candidatura, estão o incitando e aplaudindo para avançar e se aprofundar mais e mais no atoleiro sírio?
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan. Ele é católico tradicionalista pró-vida e já foi candidato republicano à presidência dos EUA.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Is Trump standing down in Syria?
Leitura recomendada sobre a Síria:
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