22 de agosto de 2017

A guerra racial do Google contra os brancos?


A guerra racial do Google contra os brancos?

Julio Severo
Se a cor da pele não é importante, por que o Google está dando preeminência para o afrocentrismo e o supremacismo negro, que valorizam sua própria cor “cultural” como superior a todas as outras cores “culturais”?
Bispo James E. Dukes do Centro Cristão de Libertação de Chicago quer a remoção da estátuta de George Washington do Parque Washington em Chicago por considerar o primeiro presidente dos EUA “racista”
Se você defende o “europeocentrismo,” isso é rotulado automaticamente de “racista.” Mas se você defende o afrocentrismo (que é sinônimo de “negrocentrismo,” significando que tudo o que tem a cor “cultural” afro ou negra deve ficar no centro de tudo) é simplesmente jóia para a Esquerda e para o Google. Para eles, europeu no centro é “racismo,” só porque europeu é sinônimo de branco. Mas afro no centro não é racismo, só porque afro é sinônimo de negro.
De acordo com o Dicionário Merriam-Webster, racismo é “uma convicção de que algumas raças são superiores às outras; também, discriminação com base em tal convicção.”
O Google vem fazendo isso. Não contra negros. Contra brancos.
O Google coloca o afrocentrismo como superior a outros.
O Google comete discriminação com base em tal convicção.
O Google só não é rigorosamente castigado, condenado, isolado e moral e legalmente linchado pela poderosa grande mídia porque na mentalidade midiática esquerdista predominante qualquer coisa feita contra negros é crime e qualquer coisa feita contra brancos é “algo muito necessário.” A Esquerda acredita que os brancos merecem perseguição.
O Google e a Esquerda desprezam a essência espiritual dos EUA.
Os Estados Unidos têm produzido tantas invenções que EUA e invenções são quase sinônimos.
Já que os EUA são majoritariamente brancos devido às suas raízes europeias, a maioria dos inventores americanos é branca.
Um estudo noticiado no jornal britânico DailyMail deu a razão para o espírito inventivo nos EUA: o protestantismo. O DailyMail disse que os protestantes brancos americanos são incrivelmente criativos. Mais criativos do que os católicos e os judeus.
É só por acaso que a maior nação protestante do mundo — os Estados Unidos — seja também a nação mais criativa do mundo?
O abundante espírito criativo e inventivo histórico dos Estados Unidos é resultado de sua cultura branca predominantemente protestante.
Mas o Google quer que você veja de modo diferente. Quando você usa o Google para pesquisar “white inventors” (“inventores brancos,” em inglês), muitos resultados da primeira página são negativamente exóticos. Muitos nos resultados não são brancos, e muitas reportagens sobre brancos nos resultados não são positivas. (Veja os resultados do Google em inglês registrados aqui: http://archive.is/guslk)
As fotos, que deveriam mostrar só pessoas brancas, em grande parte retratam pessoas negras. Os artigos mais proeminentes refletem brancos de um modo inferior e depreciativo.
Parece que os brancos, no universo do Google, deveriam ser retirados de vista. Talvez eles não devessem existir. O racismo está desenfreado no Google — contra os brancos.
Em contraste, quando você usa o Google para pesquisar “black inventors” (“inventores negros,” em inglês), os resultados são extraordinariamente positivos. Os resultados, na primeira página, mostram reportagens agradáveis sobre negros. (Veja os resultados do Google em inglês registrados aqui: http://archive.is/wq6z5)
As fotos, que deveriam mostrar apenas pessoas negras, de fato retratam apenas pessoas negras!
Mesmo quando você usa o Google em português no Brasil, os resultados para “inventores negros” (veja: http://archive.is/WOmVM) são vastamente melhores do que os resultados para inventores brancos (veja: http://archive.is/xa2wq).
A conduta do Google está em perfeita harmonia com o AFROCENTRISMO. “Afro,” que tem relação com África ou negros. “Centrismo,” que tem relação com o centro. De acordo com o Dicionário Oxford de Inglês, o adjetivo “Afrocêntrico” significa “que tem relação com a cultura africana ou negra como preeminente.”
Retratar a cultura europeia ou branca como preeminente, até mesmo quando é historicamente preeminente nos EUA e na Europa, é “racismo.” Mas retratar a cultura africana ou negra como preeminente, até mesmo quando não é historicamente preeminente numa cultura predominantemente europeia ou branca, não é racismo. Racismo protegido? Desonestidade protegida?
Por que o Google está impondo a tendência afrocêntrica, que tem um rastro destrutivo?
Na semana passada, o jornal Washington Times noticiou que o Bispo James E. Dukes do Centro Cristão de Libertação de Chicago virou manchete ao pedir que o prefeito de Chicago dê outro nome para o Parque Washington e remova uma estátua do primeiro presidente dos EUA por causa das ligações dele com a escravidão. O Bispo Dukes, que é um negro pentecostal, disse à sua congregação, através do Facebook: ‘Chegou a hora.’”
E ontem o Washington Times noticiou que “Um monumento de Cristóvão Colombo que estava há mais de 200 anos [na cidade de Baltimore] foi esmagado com uma marreta na segunda-feira para combater uma ‘cultura de supremacia branca.’”
Colombo era um explorador e navegador italiano (de origem judaica) que descobriu a América em 1492. Seu “crime” numa América obcecada pelo afrocentrismo? Ele era branco.
Se até mesmo um bispo pentecostal negro quer uma estátua do branco George Washington removida, o que esperar do Google?
Então não é de admirar que os brancos tenham sido colocados na lista negra moral e cultural do Google não só em inglês, mas também internacionalmente, inclusive no Brasil. Uma pesquisa no Google sobre inventores brancos apresenta resultados desonestos nos EUA e internacionalmente.
Por que o Google está dando preferência ao afrocentrismo?
Por que o Google está rebaixando a rica cultura protestante branca americana?
Por que o Google está se conduzindo de modo discriminatório?
Quer o Google reconheça ou não, os EUA foram fundados por brancos, que eram 98 por cento protestantes.
Os negros americanos, que têm tanto orgulho de suas realizações, conseguiram prosperar só numa cultura protestante branca. Se eles nunca tivessem sido levados para os EUA como escravos e ainda vivessem na África, eles conseguiriam ter prosperado do mesmo jeito que prosperaram nos EUA?
No século XIII, quando a Europa branca tinha castelos e cidades com catedrais e edifícios impressionantes, a África negra não tinha… quase nada. Um continente vasto, maior que a Europa, sem castelos e cidades com catedrais e edifícios impressionantes.
Ainda que os afrocentristas e supremacistas negros apontem para o Egito antigo e suas pirâmides colossais como exemplo de que a África era superior aos antigos castelos e cidades com catedrais europeias, estudos modernos despedaçam a esperança egípcia dos afrocentristas. De acordo com uma reportagem do WND, “No primeiro sequenciamento total do genoma dos antigos egípcios, abrangendo um período de 1.300 anos datando até 1.400 a.C., os cientistas concluíram que as pessoas do período faraônico tinham mais parentesco com os europeus modernos.”
Os americanos protestantes brancos têm um legado enorme de construções e invenções. Exterminar esse legado da história (e do Google) é racismo que leva, obviamente, ao genocídio cultural.
Se os afrocentristas e supremacistas negros (inclusive o Google, que colocou os inventores negros no centro das invenções e acima dos inventores brancos) querem ser honestos consigo mesmos, eles deveriam se mudar para a África e viver apenas com o que os africanos criaram ali.
Se quiserem ser honestos com a realidade, eles deveriam reconhecer que a cultura protestante branca nos EUA era e é o melhor ambiente para eles prosperarem.
Sim, há problemas na cultura branca americana, inclusive racismo. Toda cultura é imperfeita. Mas as igrejas protestantes brancas têm reconhecido, condenado e combatido o racismo séculos antes do Google. E o racismo não é uma questão americana exclusiva. Até na África, existe racismo de tribos negras contra tribos negras.
A abolição da escravidão não veio da África ou dos negros ou do Google ou dos afrocentristas ou dos supremacistas negros. Veio dos brancos protestantes. Mesmo hoje, existe escravidão na África — negros escravizando negros —, enquanto na América branca eles são livres.
Brancos proeminentes no movimento anti-escravidão, que era branco, foram os protestantes William Wilberforce, Charles Finney, Abraham Lincoln, etc.
Wilberforce criou a primeira lei, com impacto internacional, proibindo a escravidão mais de 200 anos atrás.
O pior tipo de racismo branco na história mundial foi o nazismo, que não foi derrotado pela África ou pelos negros ou pelo Google ou pelos afrocentristas ou pelos supremacistas negros. Foi derrotado pelos Estados Unidos e pela União Soviética, nações majoritariamente brancas, que estavam em aliança militar contra o racismo branco esotérico da Alemanha nazista.
Os principais líderes mundiais contra o nazismo — o protestante Franklin Delano Roosevelt e o ateu Josef Stalin — eram totalmente brancos. Havia uma diferença entre eles — capitalismo e marxismo —, e essa diferença, odiada e amada por negros, nasceu na Europa. Os sistemas democráticos e republicanos também foram criados na Europa.
Até mesmo na África do Sul, o racismo foi derrotado somente depois de uma pressão forte da América branca, da Europa branca e da União Soviética branca.
Então os brancos estão numa posição excelente para falar contra o racismo, pois eles têm combatido o racismo entre si mesmos como nenhuma outra raça já combateu.
Os americanos protestantes brancos e os europeus protestantes ingleses baniram a escravidão em suas nações brancas e também em muitas nações negras da África — sem nenhuma ajuda do Google e dos afrocentristas.
Os americanos protestantes brancos e os europeus protestantes ingleses libertaram escravos brancos e negros — sem nenhuma ajuda do Google e dos afrocentristas.
Os brancos são preeminentes, como nenhuma outra raça, na luta contra o racismo e a escravidão. Até mesmo quando líderes negros estão envolvidos na luta contra o racismo, sua luta foi inspirada e ajudada por brancos. O pastor protestante Martin Luther King Jr., que foi inspirado pelo teólogo batista socialista branco americano Walter Rauschenbusch, nunca teria tido sucesso sem apoio dos brancos. Nelson Mandela, que foi inspirado pelo branco Karl Marx, nunca teria tido sucesso sem o apoio branco da Europa, EUA e União Soviética.
Se, como acusam os afrocentristas, os brancos têm uma dívida eterna com os negros por causa da escravidão negra, e o Google está rebaixando os inventores brancos como medida indenizatória, por que eles não exigem indenizações das nações muçulmanas que foram os principais traficantes de escravos por séculos, inclusive vendendo escravos negros para europeus e americanos? Por que o Google também não rebaixa os muçulmanos? Os muçulmanos também venderam incontáveis milhares de escravos brancos para a África.
Por que os afrocentristas não exigem indenizações de nações africanas que vendiam escravos negros para europeus e americanos? Por que o Google também não rebaixa tais nações em seu mecanismo de busca?
A escravidão negra teria sido impossível sem tribos negras conquistadoras vendendo negros de tribos conquistadas para europeus e americanos. A África tem indenizações imensas para fazer aos negros americanos.
E nos séculos passados quando tribos negras conquistadoras não tinham nenhum americano e europeu para vender seus escravos negros de tribos conquistadas, eles os vendiam entre si. Negro vendendo negro. Negro comprando negro. A escravidão era normal demais na África.
Considerando que a escravidão é antiga e tradicional na África, os negros conseguiriam ter se libertado sozinhos sem os americanos protestantes e os europeus protestantes ingleses? Se eles tivessem tal força, a África não teria escravidão hoje.
Os negros teriam conseguido prosperar sem a cultura protestante branca predominante nos EUA?
A Ku Klux Klan (KKK) é repugnante e deveria ser proibida e condenada. A maioria dos brancos protestantes a condena. Mas o Google e a maioria dos negros condenam o afrocentrismo e o supremacismo negro?
Então os afrocentristas e o Google não têm nenhuma desculpa para usar a KKK para esconder, rebaixar e depreciar verdades factuais sobre brancos e sua óbvia hegemonia positiva nas invenções americanas. O Google não tem nenhum direito de usar seu mecanismo de pesquisa como máquina de propaganda para promover uma ideologia afrocêntrica contra os brancos nos EUA, Brasil e no mundo inteiro.
A desonestidade do Google contra os inventores brancos é tão repugnante quanto a desonestidade da KKK contra os negros.
Se o Google fizesse com os inventores negros o que está fazendo com os inventores brancos, seria considerado pura propaganda racista. Seria conduta criminosa.
O Google faliria se tratasse inventores negros do jeito que vem tratando inventores brancos.
A guerra do Google não é só contra os inventores brancos. É contra a realidade e honestidade.
O racismo está desenfreado nas buscas no Google sobre inventores brancos, privilegiando uma ideologia afrocêntrica e rebaixando a forte cultura criativa americana formada por protestantes brancos.
Versão em inglês deste artigo: Google’s Racial War Against Whites?
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21 de agosto de 2017

Pode uma professora “evangélica” ensinar alunos a fazer mapa astral sem o consentimento dos pais?


Pode uma professora “evangélica” ensinar alunos a fazer mapa astral sem o consentimento dos pais?

Julio Severo
Uma professora chocou as redes sociais na semana passada ao confessar suas atividades com os alunos. Ela disse:
“Uma das atividades ‘diferentes’ que eu faço com os alunos — sempre que estudamos Pérsia e Zoroastrismo — é pesquisar os signos do zodíaco e montar seu próprio mapa astral na internet, investigando como se configura e etc. Sempre encontro uns mapas muito legais, como o dessa aluna que forma um retângulo perfeito.”
Sempre que estuda Zoroastrismo, ela leva os alunos a “pesquisar” os signos do zodíaco e montar seu próprio mapa astral na internet.
Sempre ela encontra uns mapas muito legais.
Eu, como evangélico, não vejo absolutamente nada de legal nisso. Sempre que vejo um professor trazendo ocultismo para alunos em sala de aula, fico revoltado.
Justificadamente, muitos pais cristãos também não achariam nada legal e ficariam revoltados se soubessem que uma professora (conforme seu próprio desabafo e confissão) está instigando os alunos em práticas de astrologia, inclusive fazendo mapas astrais.
Eles ficariam ainda mais chocados se soubessem que a professora é evangélica. Tal comportamento é digno da maluquice de um evangélico petista apóstata.
O choque só aumentaria se os pais soubessem que a professora é evangélica, mas não tem nada a ver com o PT. Pelo contrário, ela detesta o PT — como eu também sempre detestei.
A professora Ana Caroline Campagnolo justificou sua atividade com os alunos dizendo que foi mera “pesquisa” — uma justificativa rasa parecida com as respostas evasivas que Olavo de Carvalho dá quando indagado sobre seu passado de astrologia. Ele se limita a dizer que apenas “pesquisou” e “estudou” a astrologia, quando na verdade ele fundou no Brasil a primeira associação de astrologia e a primeira escola de astrólogos. Muito mais que estudar, ele formava astrólogos que praticavam o que ele ensinava.
Não é só nas respostas e justificativas que aparecem as semelhanças. Campagnolo é aluna destacada do COF (Curso Online de Filosofia) de Carvalho, cuja visão gnóstica é aberta ao “estudo” e “pesquisa” da astrologia e outras áreas ocultistas.
Ela também é adepta entusiástica de Carvalho, com um perfil de Facebook que faz propaganda contínua das ideias dele. Não é, pois, coincidência que a adepta do maior astrólogo brasileiro trate a astrologia sem a seriedade que a Bíblia trata. Cedo ou tarde, a astrologia e outras espécies de ocultismo acaba infectando a vida dos alunos e adeptos de Carvalho. O que Campagnolo vem fazendo em sala de aula é prova suficiente disso.
Ao ensinar alunos a fazer mapas astrais, Campagnolo seguiu a linha gnóstica de Carvalho, em contrariedade à Bíblia, que proíbe a astrologia em Deuteronômio 4:19; 18:10 e Isaías 47:13.
Ela colocou, nas suas atividades e justificativas, a influência de um mero mestre de carne e osso (e embruxações) acima do Mestre da Bíblia, Jesus.
Talvez ela tivesse ficado tão empolgada com as aulas antimarxistas do COF que ela não se viu sendo tragada pela influência esotérica e gnóstica que têm presença tão forte no COF quando o ativismo antimarxista. Embora seja possível “reter o que é bom” em muitos tipos de cursos, no caso de Campagnolo isso parece não ter sido possível.
Não é de hoje que cristãos, ao mergulhar em ativismo antimarxista (um bom ideal) acabam mergulhando em ativismo esotérico. O livro A Cruz de Hitler, do Rev. Erwin Lutzer, aponta que evangélicos e católicos da Alemanha foram politicamente seduzidos e ganhos pelo discurso antimarxista do nazismo que era essencialmente esotérico. A astrologia não era algo condenável no nazismo, nem é no COF e, ao que tudo indica, nem nas aulas de Campagnolo, que, por sua própria confissão, “sempre acha uns mapas astrais muito legais.”
Se Campagnolo praticasse (ou, na terminologia dela, “estudasse”) astrologia sozinha e fizesse mapa astral na casa dela só para ela, ainda assim o “estudo” dela estaria contra a Bíblia e daria para se dizer que ela está embruxada. Mas levar para a sala de aula suas práticas (“estudos”) de astrologia, encorajando os alunos a fazer mapa astral, é embruxar a vida dos outros. É embruxar a vida dos alunos. Ela passou de embruxada para embruxadora, tal qual Carvalho e seu COF, que são embruxados e embruxadores.
Embora Campagnolo não tenha presença forte na mídia evangélica, o Portal GospelMais a identifica como ativista do movimento “Escola Sem Partido.” Em matéria sobre Campagnolo, o GospelMais disse:
“O projeto Escola sem Partido vem gerando um intenso debate na sociedade brasileira por querer banir das salas de aula a doutrinação ideológica/partidária imposta por muitos professores militantes políticos.”
O GospelMais também disse:
“Por fim, Ana Caroline Campagnolo tem recebido vários elogios por quem apoia o projeto Escola Sem Partido, que combate a doutrinação nas salas de aulas acerca de temas ideológicos, como questões políticas e sexuais. Entre suas intenções, além de cobrar por justiça, é servir de exemplo para que outros alunos não se deixam intimidar por tentativas de manipulação do conhecimento, especialmente se tal violação for motivada por intolerância religiosa.”
Isso se aplica a ela também. Embora ela tenha visto sua própria atividade de ensinar alunos a fazer mapas astrais (para alegria do “mestre” Carvalho e tristeza do Mestre Jesus) como mero “estudo” ou “pesquisa,” os pais cristãos preocupados veriam, justificadamente, como “tentativas de manipulação do conhecimento,” “tentativas de manipulação espiritual” ou “tentativas de manipulação religiosa.”
Embora ela ache alguns mapas atrais muito legais, é provável que muitos pais cristãos achassem todos esses mapas nada legais. Quem respeita e ama a Bíblia nunca achará nada de legal na astrologia.
Campagnolo acabou apagando seu post polêmico, mas não por arrependimento. Em vários posts posteriores, ela tentou justificar suas ações com os alunos, como se tudo não passasse de “pesquisa.” Se era aparentemente só isso, por que apagar o post? Quem não deve não teme.
Acho louvável uma Escola Sem Partido e uma Escola Sem Marxismo. Mas se esse projeto não incluir explicitamente uma Escola Sem Astrologia e uma Escola Sem Esoterismo, será como dar veneno de rato para uma vítima que está sob efeito de veneno de cobra. É trocar seis por meia dúzia.
O antídoto para o marxismo não é o esoterismo. O antídoto para o marxismo e o esoterismo é o Evangelho puro e simples, que expulsa demônios, inclusive de astrologia e esoterismo.
Já que como evangélica Ana Caroline Campagnolo não compreende que sua responsabilidade é levar o bom cheiro do Mestre Jesus e seu Evangelho, não o mau odor de um astrólogo e seu esoterismo, à sala de aula, cabe aos pais agir para proteger seus próprios filhos de todo tipo de mau odor.
Enquanto Campagnolo tenta se justificar, sem pedir perdão aos pais e alunos, postei dois alertas no Facebook para ajudar os pais a se posicionar.
O que você, pai ou mãe, faria se soubesse que seu filho está sofrendo estupro ideológico ou astrológico em sala de aula?
Um professor, de escola pública ou privada, tem o direito de ministrar doutrinação marxista para seu filho em sala de aula? Ele tem o direito de ministrar astrologia e ensinar seu filho a montar seu próprio mapa astral?
Nos dois casos, cabe aos pais, não ao professor, decidir o que uma criança deve aprender. Afinal, os pais enviam os filhos à escola para aprender basicamente a ler, escrever, etc., não para serem vítimas de doutrinação marxista ou astral.
Sem a autorização expressa dos pais, toda doutrinação na escola é repugnante.
O pior é que no caso da astrologia a professora que ensinou alunos a fazer mapa astral se diz protestante — mas é olavete ou, como diz o astrólogo, “evanjegue.” Para fazer média com seu mestre-astrólogo, ela posa de professora boa pinta que ensina astrologia, mas ameaça processar qualquer professor que ensina marxismo.
Sim, professores que ensinam marxismo devem ser processados. E professores que ensinam mapa astral aos alunos sem o consentimento dos pais merecem o quê? São dois lados da mesma moeda representando professores que não respeitam a autoridade dos pais, que não respeitam a vulnerabilidade dos alunos e que estupram ideologicamente e astrologicamente crianças em sala de aula.
A professora protestante olavete, que já se queixou de perseguição religiosa, é ligada ao Escola Sem Partido.
É de recear uma Escola Com Astrologia e Mapas Astrais. E os pais têm todo direito de se queixar e processar.
A professora “protestante,” que é ligada ao olavismo, entre outras desculpas e desconversas depois de pega com a mão na massa, alegou que pode induzir alunos à astrologia e fazer mapas astrais porque o currículo nacional menciona zoroastrismo.
Ora, ela pode então também induzir alunos ao candomblé e à umbanda porque o currículo nacional faz várias menções positivas dessas religiões que o Cristianismo bíblico vê como bruxaria.
O currículo também menciona positivamente a homossexualidade. Tá liberada?
Só porque o currículo dá um sinal verde para o zoroastrismo, a professora está liberada para ensinar os estudantes a fazer mapa astral?
O astrólogo, que é “pai espiritual” dela, assegurou que ela está certa e está apenas seguindo o exemplo de um reformador luterano, assistente de Lutero, que era simpatizante da astrologia. É como dizer que o católico que comete pedofilia está apenas seguindo o exemplo de inúmeros padres condenados como pedófilos homossexuais.
Em todo caso, o que se vê não é a professora olavete elogiando diariamente o assistente de Lutero. O que se vê é ela bajulando diariamente o maior astrólogo da história do Brasil.
A influência sobre ela não veio do mau exemplo do assistente de Lutero. Veio do próprio astrólogo.
É louvável quando um professor cristão coloca Cristo acima de ideologias e de homens mortais. Mas é repugnante quando uma professora supostamente “protestante” coloca seu protestantismo a serviço de ideologias humanas que exaltam o marxismo e o ocultismo, inclusive o olavismo.
Professores que usam o currículo nacional para promover essas ideologias na sala de aula deveriam ser cobrados, inclusive judicialmente, pelos pais. Ou a proposta do Escola Sem Partido só se aplica à doutrinação marxista, não à doutrinação ocultista, nas escolas?
Ou o Escola Sem Partido só ajuda a proteger os alunos do marxismo, não da bruxaria escolar? Friso isso porque a professora em questão é garota-propaganda do Escola Sem Partido.
Afinal, o ocultismo (inclusive a astrologia e a bruxaria representada nas religiões afros) é tão nocivo quanto o marxismo.
Professores “protestantes” que colocam Cristo abaixo do marxismo, da astrologia e outras ideologias deveriam ser admoestados pelos pastores de suas igrejas. Os pais podem, porém, recorrer a recursos mais fortes para deter a sanha doutrinadora em sala de aula.
Se você conhece a igreja da professora que está seguindo o exemplo do maior astrólogo do Brasil envie esta mensagem ao pastor. Talvez ele possa ajudá-la.
Enquanto isso, os pais precisam ajudar seus filhos que estão na sala de aula dela. Doutrinação esotérica é tão perigosa quanto doutrinação marxista.
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19 de agosto de 2017

Pregação de Silas Malafaia na ExpoCristã em SP fala verdades nuas e cruas na presença de Doria e Alckmin


Pregação de Silas Malafaia na ExpoCristã em SP fala verdades nuas e cruas na presença de Doria e Alckmin

Julio Severo
É dever do cristão dar testemunho em todos os espaços. É exatamente isso o que o Pr. Silas Malafaia fez na ExpoCristã na cidade de São Paulo em 17 de agosto de 2017.
Sua mensagem enfatizou oração pelas autoridades e pela cidade, estado e nação, citando a passagem bíblica que diz: “Oreis pela paz da cidade porque na sua paz vós tereis paz.” Ele acrescentou: “Não é a polícia, não é o governo federal, não é o Exército, não é a Aeronáutica. O poder da oração do povo de Deus muda a cidade e o Estado.”
O vídeo da pregação de Malafaia está neste link.
A intercessão é, de longe, a necessidade mais urgente de um país. Nesse sentido, Malafaia tocou no ponto certo e prioritário.
Virando-se para o prefeito João Dória e o governador Geraldo Alckmin, que estavam presentes no culto da ExpoCristã, Malafaia disse que tanto o governador quanto o prefeito podem ter certeza de que receberão orações, frisando: “Se tem um povo que intercede pelas autoridades é o povo de Deus. Agora, na hora da eleição somos cidadãos e não negociamos princípios.”
“Quem quiser seguir seu caminho e quiser fazer graça para o politicamente correto, segue aí. Vai embora,” disse Malafaia bem aos ouvidos de Dória e Alckmin, “porque o politicamente correto é apoiar o aborto, o ‘casamento’ gay e ideologia de gênero e liberação de drogas.”
Ele deixou claro que os evangélicos não vão seguir os políticos politicamente corretos de jeito nenhum.
Por último, ele sugeriu como alvo de oração que o candidato presidenciável adequado precisa de três qualidades essenciais: competência política, competência administrativa e integridade.
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18 de agosto de 2017

Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'


Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'

Por Paula Paiva Paulo
O pastor Silas Malafaia, ao lado do governador Geraldo Alckmin e do prefeito João Doria, disse nesta quinta-feira (17) que quem apoiar "ideologia de gênero" pode "seguir seu caminho". O evangélico e as autoridades participaram da abertura da 13ª Expo Cristã, na Zona Norte de São Paulo.
"Aproveito para dizer para as autoridades, nós não vamos apoiar em nenhuma eleição quem apoiar ideologia de gênero. Quem apoiar segue seu caminho", disse o pastor. "Essa é uma das maiores engenharias do diabo para destruir a família".
"Eu conheço o gênero humano, sexo macho e fêmea", disse Malafaia. "Nós não negociamos nossos valores", completa.
O governador e o prefeito tomaram café da manhã com Malafaia e outras lideranças evangélicas antes da abertura do evento. Ao discursar, Doria se referiu a Malafaia como "meu amigo que tive a honra de dividir o café da manhã".
O prefeito disse ainda que o evento estimula a economia e geração de empregos da cidade, e elogiou a participação das igrejas na ajuda aos "mais vulneráveis".
"Pessoas que têm fé no coração são pessoas de bem, e o bem sempre prevalece contra o mal", disse o prefeito.
Questionado sobre a declaração de Malafaia em um evento no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin citou um santo católico. "Santo Agostinho dizia, ama e faz o que quiseres, porque quem ama, faz o bem".
Na Expo Cristã, o governador também elogiou o trabalho das igrejas na área social e a geração de empregos que a feira proporciona. O tucano também usou o púlpito para um discurso religioso.
"Nos momentos conturbados a igreja é o porto seguro. Vamos deixar essa divisão de nós contra eles para nos unir em torno de valores. E essa união das igrejas em torno de valores vai inspirar o Brasil", disse o governador.
Fonte: G1
Divulgação: www.juliosevero.com
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17 de agosto de 2017

Bandeira e constituição americana racista?


Bandeira e constituição americana racista?

Julio Severo
Está na moda hoje nos EUA banir a bandeira confederada, mas estranhamente não existe nenhum esforço para banir bandeiras e símbolos islâmicos.
Alegadamente, a bandeira confederada é racista — porque um homem demente, num caso bem isolado, matou alguns evangélicos negros numa igreja, enquanto muçulmanos massacram muitos cristãos por dia.
Sabe de uma coisa? Num desses dias vão descobrir que a bandeira americana foi feita por brancos anglo-saxões. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por brancos anglo-saxões.
E então? Daí, virará moda ver a bandeira e a Constituição dos EUA como “racistas,” e vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de negros, índios, chineses, brancos, etc.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita somente por pessoas que não eram homossexuais. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita só por pessoas que não eram homossexuais.
Para cessar essa “discriminação” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de homossexuais, bissexuais, metrossexuais e outras estranhas criaturas LGBTWYDXTZYSKS.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes.
Para exterminar essa “desigualdade” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição feita com a participação conjunta de muçulmanos, hindus, feiticeiros, etc.
Por favor, não me perguntem como serão a nova bandeira e Constituição dos EUA!
Versão em inglês deste artigo: Racist flag and Constitution?
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