10 de dezembro de 2017

Evangelista americano conduz grande evento evangelístico no Vietnã comunista


Evangelista americano conduz grande evento evangelístico no Vietnã comunista

HANÓI, Vietnã — Mais de 10.000 vietnamitas encheram um estádio num raro evento evangelístico cristão liderado pelo Rev. Franklin Graham, que disse que quer que o governo comunista considere os cristãos como seus melhores cidadãos.
Apesar de amplas reformas econômicas durante os 30 anos passados que transformaram o Vietnã num dos países de crescimento mais rápido na região, o Partido Comunista, que domina o governo, mantém controle rigoroso de todos os aspectos da sociedade, desde os meios de comunicação até as religiões. De acordo com o Observatório dos Direitos Humanos, mais de 100 vietnamitas estão presos por atividades religiosas e políticas pacíficas.
Graham disse à Associated Press que o comício de oração em Hanói na sexta-feira foi sem precedente em tamanho para o Vietnã e o governo não impôs nenhuma condição para o evento, que levou um ano para organizar. Autoridades concederam permissão na semana passada, ele disse.
“Isso é realmente sem precedente para nós e para o governo,” Graham disse. “Não queremos fazer nada que envergonhe o governo ou o povo do Vietnã. Somos convidados. O governo não nos ordenou o que dizer ou não dizer. Vou falar sobre Deus. Não estamos aqui para falar sobre política.”
Graham disse que espera que o governo veja, através do evento, o Cristianismo de um jeito diferente.
“Espero que o governo veja que os cristãos não são inimigos, mas que os cristãos são alguns dos melhores cidadãos no Vietnã e que eles são pessoas de confiança,” ele disse. “Espero que seja bom para as igrejas e espero que essa reunião seja boa para o governo e eles nos vejam de modo diferente nesta semana.”
Graham, que é o presidente da Associação Evangelística Billy Graham e um dos pregadores mais proeminentes dos EUA, disse que a liberdade religiosa está gradualmente melhorando no Vietnã.
O Evangelho é a melhor arma contra o comunismo. Em sua página de Facebook, Graham disse:
“Este é o primeiro evento evangelístico desse tipo que foi realizado na parte norte do Vietnã. Uma multidão imensa veio na noite de sábado, e além do estádio esportivo lotado, pessoas assistiram do lado de fora em telões. Uns 400 ônibus vieram lotados de pessoas para ouvir a mensagem do Evangelho. Nós nos regozijamos que tantos responderam à oferta de Deus trazendo salvação e nova vida mediante arrependimento e fé em Seu Filho, Jesus Cristo. Tanta coisa mudou neste país nos últimos 30 anos. A atitude do governo comunista para com as igrejas está mudando, e acredito que continuará a fazer mudanças positivas. Os cristãos no Vietnã estão ganhando mais liberdade religiosa, e parece que nós no Ocidente estamos gradualmente perdendo a nossa.”
Há cerca de 6,5 milhões e católicos e mais de 1 milhão de protestantes entre os 95 milhões de pessoas do Vietnã, a maioria dos quais são budistas.
Com informações da Associated Press e Facebook de Franklin Graham.
Outros artigos de Franklin Graham:

9 de dezembro de 2017

Campanha de falso testemunho de George Soros e outros esquerdistas contra Juiz Roy Moore


Campanha de falso testemunho de George Soros e outros esquerdistas contra Juiz Roy Moore

Julio Severo
Semana após semana, dia após dia, a CNN e outros grandes canais de mídia de massa dos EUA têm bombardeado suas audiências com acusações contra o Juiz Roy Moore — num esforço claro de arruinar sua chance de se tornar senador dos EUA pelo Alabama. Não só senador, mas uma poderosa voz conservadora no Senado dos EUA.
Contra essa voz, inimigos poderosos emergiram, contando com o que parece ter vindo a ser apenas alegações, mas comprovaram ser no final inverdades.
As acusações têm focado em alegadas impropriedades sexuais de quarenta anos atrás. As acusadoras dizem que ele tentou beijá-las.
Moore negou todas as acusações, dizendo: “Não conheço nenhuma dessas mulheres. Não namorei nenhuma dessas mulheres. Não me envolvi em nenhuma má conduta sexual com ninguém.”
As acusadoras tentam desacreditar o caráter de Moore. Mas há testemunhos que refutam as acusações. Um artigo do Breitbart, intitulado “Testemunhas de Caráter: Ex-Namoradas, Funcionárias e Amigas de Infância se Apresentam para Defender Roy Moore,” disse: “Doze mulheres que conhecem pessoalmente o Juiz Roy Moore, candidato ao Senado pelo Alabama, se apresentaram para expressar seu apoio e falar sobre o bom caráter dele.”
A escritora conservadora Ann Coulter, que é jurista, disse:
É difícil desmentir acusações de 40 anos atrás — é por isso que existem as leis estatuárias — mas, apesar disso, há um número surpreendente de problemas com as alegações contra Moore.
Uma acusadora foi chamada de mentirosa por seu próprio enteado, que diz que ele está votando em Moore. Outra negligenciou mencionar que Moore mandou o irmão dela para a prisão.
Coulter acrescentou:
Ao contrário do que vemos um milhão de vezes por dia na TV, não há “múltiplas acusadoras.” Há duas, e isso incluindo aquela com o livro de agenda anual com uma inscrição suspeita cujo enteado diz que ela está mentindo.
As outras “acusadoras” afirmam que ele as namorou quando elas tinham entre 16 e 19 anos de idade e Moore tinha pouco mais de 30 anos.
Isso também deixa Moore 15 anos mais novo do que Bill Clinton quando ele fez com que uma estudante interna de 22 anos fizesse sexo oral nele no Salão Oval da Casa Branca. As “acusadoras” de Moore dizem que ele não fez nada mais do que beijá-las.
A mídia mistura alegações de namoro com alegações de estupro para poder continuar uivando sobre “múltiplas acusadoras.” Aliás, só duas mulheres estão alegando alguma coisa que, se for verdade, mereceria atenção nacional.
Em defesa de uma das acusadoras de Moore, a [feminista radical] Gloria Allred apresentou uma agenda anual alegadamente assinada por Moore, ao que tudo indica com duas marcas de tinta diferentes e dando seu título como “P.M.” Ele não era o promotor de justiça e não assinava seu nome daquele jeito.
Horas atrás, o Breitbart confirmou o óbvio: “Bomba: Beverly Nelson, Acusadora de Roy Moore, Confessa que Forjou Agenda Anual.”
Um artigo do jornal Washington Post se desmoronou quando uma das acusadoras, Debbie Gibson, foi exposta como agente do Partido Democrático que havia trabalhado para Hillary Clinton e o socialista Joe Biden e na época estava fazendo campanha para Doug Jones, o oponente de Moore.
Vez após vez, acusações contra Moore têm comprovado ser falso testemunho. O jornal Washington Post iniciou a campanha de falso testemunho.
A esta altura, a imprensa dos EUA deveria mudar seu tom e justificar Moore, retratando-o merecidamente como vítima de falso testemunho e denunciando seus acusadores como falsas testemunhas.
A esta altura, a imprensa dos EUA deveria se arrepender de sua cumplicidade em falso testemunho.
Quem está produzindo essas falsas testemunhas? A quem interessa tais falsos testemunhos?
Nas últimas semanas, os residentes do Alabama receberam uma ligação telefônica pré-gravada com esta mensagem:
“Oi, sou Bernie Bernstein, jornalista do Washington Post. Estou ligando para saber se alguém neste endereço é uma mulher entre as idades de 54 e 57 anos disposta a fazer comentários danosos sobre o candidato Roy Moore em troca de uma recompensa entre 5.000 e 7.000 dólares. Não faremos uma investigação total dessas alegações, mas faremos uma reportagem escrita. Meu contato de email é este albernstein@washingtonpost.com, obrigado.”
Esse é o mesmo Washington Post que apoiou Hillary Clinton na última eleição presidencial.
Esse é um esforço desesperado de derrotar um homem que, em sua carreira de mais de 40 anos, nunca enfrentou acusações semelhantes de impropriedades sexuais — tentativas de beijar.
O esforço desesperado não termina aí. Uma manchete do Breitbard explica tudo: “Exército de Homens de Soros no Alabama Vai Registrar Criminosos Condenados para Votarem contra Roy Moore.”
Então, de acordo com Soros e outros esquerdistas, Moore está desqualificado para concorrer ao Senado por causa de meras alegações, enquanto eles ajudam criminosos condenados a se envolver na política para derrotar Moore. Soros tem um problema com Moore, que não é criminoso, mas ele não tem nenhum problema em usar criminosos comprovados contra Moore. Se Moore fosse criminoso, obviamente Soros o estaria apoiando.
Quando Moore se defendeu dizendo que George Soros está tentando derrotá-lo, a mídia acusou Moore de “pedofilia” e “antissemitismo.”
A mídia está mentindo sobre Moore. Mas Moore não mentiu sobre Soros. Moore disse: “Soros está tentando tornar a votação volumosa. Isso é verdade. Ele está promovendo uma agenda. E sua agenda é de natureza sexual.”
“E eu lhe diria a mesma coisa. Não importa quanto dinheiro ele tenha, ele ainda vai acabar no mesmo lugar para onde estão indo as pessoas que não reconhecem Deus e a moralidade e não aceitam sua salvação. E esse não é um bom lugar,” ele disse.
Radicais esquerdistas não gostaram de ouvir sobre inferno. Eles interpretaram o comentário de Moore como “antissemitismo.” O rabino Jack Moline, presidente da Aliança Inter-Religiosa, disse: “Roy Moore deve a George Soros e à comunidade judaica inteira um pedido de desculpas por comentários que ele fez que são claramente antissemitas.”
No mês passado, mais de 50 pastores esquerdistas assinaram uma carta pública declarando que Moore não está apto a servir no Senado dos EUA.
A carta, aproveitando a vantagem da campanha de falso testemunho contra Moore, disse que Moore demonstrou “valores extremistas” incompatíveis com o Cristianismo tradicional, acusando-o de denegrir os muçulmanos e o islamismo e citando sua oposição à homossexualidade.
A carta inclui as assinaturas de pastores esquerdistas de grandes denominações protestantes que incluem metodistas, presbiterianos, episcopais, Igreja Unida de Cristo e alguns batistas.
Se judeus e protestantes esquerdistas se opõem a Moore, isso é um sinal excelente. William J. Moore, que foi entrevistado por mim em 2015 (veja: “Entrevista exclusiva com William J. Murray, defensor dos cristãos perseguidos”), disse:
Uma das eleições especiais mais importantes deste ano coloca em rivalidade o cristão conservador Roy Moore contra Doug Jones, um esquerdista radical que tem trabalhado para organizações financiadas por George Soros.
As diferenças entre Jones e Moore são claras como cristal. Roy Moore, ex-juiz do Supremo Tribunal do Alabama, busca uma vaga de senador para lutar pela Constituição dos EUA, a liberdade religiosa, o direito à vida dos bebês em gestação e a família tradicional.
Doug Jones, candidato do Partido Democrático, vem promovendo “direitos” eleitorais para presos e trabalhou para uma organização de Soros que busca transformar procuradores de justiça americanos em ativistas da teologia da libertação que usarão a lei para impor uma agenda progressista em todos os americanos. É uma parte central da convicção esquerdista nos EUA hoje que aqueles que se opõem às opiniões deles não devem ter liberdade de expressão ou imprensa.
De acordo com Murray, Moore disse:
“A coisa mais difícil de transmitir à mídia é a relevância de Deus para um país próspero. Se não entendemos isso então perdemos nosso país porque não entendemos que coisas como direitos dados por Deus são inalienáveis porque não foram dados pelo governo. Foram dados por Deus. Isso significa que o governo não pode tirá-los de você. Quando esquecemos isso, o governo tirará seus direitos de você.
“Quando Deus dá direitos, nenhum governo pode tirá-los de você. Quando você nega Deus, o governo certamente tem o poder de tirar seus direitos, e esse é o problema que enfrentamos hoje. Estamos sendo convencidos de que o governo nos dá nossos direitos, que a Constituição de certo modo nos dá. A Constituição não nos dá nossos direitos, ela os tirará de nós.”
A eleição especial ocorre em 12 de dezembro. Por favor, ore pelo Juiz Moore. Ele está enfrentando zombaria da mídia esquerdista e um inimigo bem financiando que dirá e fará qualquer coisa para ser eleito.
O ataque de falso testemunho contra Moore coloca em destaque o padrão duplo da mídia, o qual encobre casos reais de estupro e agressões sexuais, neutralizando-os, e “descobre” falsos testemunhos transformando-os em acusações repetitivas para derrubar pessoas com valores morais.
É um pecado sério encobrir crimes sexuais (Roman Polansky, que foi condenado por cometer crimes sexuais quarenta anos atrás, é um exemplo) e é igualmente um pecado sério usar falso testemunho.
Tanto os que produzem quanto os que disseminam falso testemunho estão em pecado contra as leis de Deus e as leis humanas.
Deus diz:
“Não darás falso testemunho contra o teu próximo.” (Êxodo 20:16 KJA)
Na Bíblia, o falso testemunho é pecado e crime. Nas mãos de George Soros, a mídia, pastores e judeus esquerdistas o falso testemunho é um recurso contra seus inimigos conservadores.
A Bíblia também diz:
“Não faça declarações falsas e não seja cúmplice do ímpio, sendo-lhe testemunha mal-intencionada.” (Exodus 23:1 NVI)
Vez após vez, as acusadoras de Moore foram desmentidas. Já passou da hora de a mídia denunciar as acusadoras, não sua vítima. Se a mídia não quer defender uma vítima de falso testemunho, os cristãos deveriam se envolver e ajudar a vítima. Estou triste que por causa da campanha de falso testemunho, até alguns cristãos retiraram seu apoio a Moore. A lista original de apoio tem meu nome, e continuo apoiando Moore.
Quero ser um dos cristãos apoiando um cristão sofrendo uma multidão de linchamento composta de defensores de falso testemunho.
Os EUA precisam mais do que nunca dos Dez Mandamentos. E com o Juiz Roy Moore no Senado, haverá uma voz poderosa para recordar aos EUA que os Dez Mandamentos são universais e eternos. Nenhuma Constituição é mais poderosa do que ou está acima dos Dez Mandamentos.
Deus deu ao mundo os Dez Mandamentos. E o Alabama deu aos EUA Roy Moore — o juiz dos Dez Mandamentos. Agora que o Alabama quer colocar o juiz dos Dez mandamentos no Senado dos EUA, falsas testemunhas, inclusive George Soros, buscam destruir sua eleição.
Isso é uma guerra — é uma guerra espiritual. Moore entende tal dimensão. Ele disse horas atrás em sua página de Facebook:
Estamos no meio de uma batalha espiritual com aqueles que querem silenciar nossa mensagem.
Eles mentirão, enganarão, roubarão — até mesmo infligirão danos físicos — se acreditam que isso silenciará cristãos conservadores como eu e você.
Às vezes me canso de combater com força as elites e rechaçar o rio constante de ataques nojentos e perversos da poderosa Máquina Obama-Clinton.
Mas os EUA estão numa encruzilhada — tanto espiritual quanto politicamente.
Então pode ter certeza de que NUNCA DESISTIREI da luta!
Efésios 6:10-18
Concluindo, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder!
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do Diabo;
Porquanto, nossa luta não é contra seres humanos, e sim contra principados e potestades, contra os dominadores deste sistema mundial em trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.
Por esse motivo, vesti toda a armadura de Deus, a fim de que possais resistir firmemente no dia mau e, havendo batalhado até o final, permanecereis inabaláveis, sem retroceder.
Estai, portanto, firmes, trazendo em volta da cintura a verdade e vestindo a couraça da justiça, calçando os vossos pés com a proteção do Evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todas as setas inflamadas do Maligno.
Usai igualmente o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.
Orai no Espírito em todas as circunstâncias, com toda petição e humilde insistência. Tendo isso em mente, vigiai com toda a perseverança na oração por todos os santos.
(King James Atualizada)
Com informações de Ann Coulter, Associated Press, Breitbart, DailyMail, Nordskog Publishing, Charisma News e WorldNetDaily.
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7 de dezembro de 2017

Trump anuncia Jerusalém como capital de Israel para agradar à sua base de eleitores evangélicos


Trump anuncia Jerusalém como capital de Israel para agradar à sua base de eleitores evangélicos

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump afirmou na quarta-feira que Jerusalém é a capital de Israel, e prometeu começar um processo rápido de mudança da Embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.
O anúncio de Trump foi recebido muito bem por Israel, um aliado americano íntimo, e por eleitores evangélicos pró-Israel que compõem uma parte fundamental da base de Trump.
Em maio passado, aproximadamente 60 líderes evangélicos, representando 60 milhões de cristãos nos EUA, assinaram uma carta que foi entregue ao presidente Trump pedindo que ele mudasse a Embaixada dos EUA para Jerusalém e assim reconhecesse Jerusalém como a capital de Israel.
“O Rei Davi estabeleceu Jerusalém como a capital de Israel 3.000 anos atrás. Jerusalém era, é e permanecerá a capital de Israel. É hora de os EUA reconhecerem o óbvio. Estou contente com o anúncio do presidente Trump. Ele é o único presidente que manteve sua palavra,” disse Mat Staver, fundador e presidente do escritório de advocacia Liberty Counsel, presidente de Cristãos em Defesa de Israel e fundador e presidente de Covenant Journey.
“Hoje finalmente reconhecemos o óbvio,” Trump disse, frisando que ele não seguiria os presidentes americanos anteriores que não cumpriram suas promessas de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O anúncio de Trump não especificou se a cidade inteira de Jerusalém ou só uma parte é a capital de Israel. Na semana passada, o jornal israelense Jerusalem Post disse que se “Trump reconhecer formalmente Jerusalém como capital de Israel, ele provavelmente deixará claro que o reconhecimento é só de Jerusalém ocidental a fim de manter a condição final da cidade inteira algo para ser decidido em negociações. A Rússia anunciou em abril que reconhece Jerusalém ocidental como a capital de Israel, se tornando o primeiro país do mundo a fazer isso.”
“Depois de mais de duas décadas de adiamento… determinei que é hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel,” Trump disse na Casa Branca na quarta-feira.
Sob a lei americana, o presidente tem de assinar um adiamento a cada seis meses que deixa a embaixada americana em Tel Aviv. Em junho, Trump renovou o adiamento, como uma série de outros presidentes americanos fizeram para adiar indefinidamente o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Em seu discurso na quarta-feira, Trump não fez nenhuma referência de que ele já tinha assinado um adiamento que oficialmente atrasará a mudança da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, mas a Casa Branca confirmou que ele assinou um adiamento antes do discurso. Isso significa que não haverá nenhuma mudança da embaixada pelo menos nos próximos seis meses. Estabelecer rapidamente uma embaixada em Jerusalém foi uma grande promessa de campanha de Trump para sua poderosa base evangélica.
Se Trump usar os próximos adiamentos do jeito que os presidentes americanos passados os usaram para adiar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, o processo de mudança da embaixada dos EUA poderá levar muitos anos.
O discurso de Trump não só reconheceu Jerusalém, mas, de acordo com a Associated Press, “Trump pareceu apoiar o conceito de uma Palestina independente existindo ao lado de Israel… já que ele disse que promoveria a ‘solução de dois Estados.’”
Uma solução de dois Estados é impossível, pois Deus deu a Terra Prometida só aos judeus, não aos palestinos islâmicos, que são maioria na “Palestina.” Até mesmo Ronald Reagan não acreditava nem apoiava tal “solução.” Não haverá paz para os EUA se Trump seguir a “solução de dois Estados.”
O anúncio de Trump produziu resultados imediatos em outros países. De acordo com o jornal Jerusalem Post, a República Checa na quarta-feira seguiu o exemplo de Trump anunciando que reconhece Jerusalém Ocidental como a capital de Israel.
A República Checa acha que é certo Israel ter Jerusalém Ocidental como sua capital enquanto a Autoridade Palestina tiver Jerusalém Oriental como sua capital. Isso é uma “solução de dois Estados.”
Evangélicos pró-Israel estão no escuro se o anúncio de Trump cobre a cidade inteira de Jerusalém ou só Jerusalém Ocidental, e eles não sabem se Trump continuará usando adiamentos para adiar a mudança da Embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.
Com informações do Liberty Counsel, Charisma News, Associated Press e Jerusalem Post.
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6 de dezembro de 2017

Mãe entrega para a polícia filho adolescente que abusou sexualmente de 50 meninos


Mãe entrega para a polícia filho adolescente que abusou sexualmente de 50 meninos

Adolescente confessou que comete crimes de abuso sexual “desde que tinha 10 anos de idade” com vítimas até de 4 anos

De acordo com o WND (WorldNetDaily), uma mãe na Califórnia, EUA, foi à rua às 3h da madrugada tentando sinalizar para uma viatura de polícia parar. Ela queria denunciar que seu filho havia acabado de confessar que havia abusado sexualmente de dois menininhos.
Joseph Boston
As confissões se aprofundaram quando a polícia de Riverside deteve Joseph Boston, de 18 anos, no sábado.
Ele não só confessou estuprar meninos de 4 a 8 anos num motel que custa 65 dólares por noite (motel que fica a menos de 2km da delegacia), mas também confessou que abusou sexualmente de “mais de 50 crianças desde que ele tinha 10 anos em diferentes cidades em que ele havia vivido,” de acordo com a polícia de Riverside.
O que esperar? Os meios de comunicação encorajam sexo até de crianças. Nas escolas, crianças são pressionadas por agendas governamentais a valorizar perversões homossexuais — que é sexo entre indivíduos do mesmo sexo. O adolescente tarado provavelmente sofreu influência de pornografia e educação sexual pervertida nas escolas e o resultado é que ele acabou praticando as perversões aprendidas.
Homossexualismo é perversão. Perversão sempre leva a mais perversões.
Até mesmo a polícia americana, poucas décadas atrás, alertava contra a perversão homossexual. Confira este vídeo da política americana: https://youtu.be/CwOW76c0Dsg

Mas hoje, por causa da ideologia esquerdista, o homossexualismo foi elevado a uma categoria de normalidade que é incapaz de possuir.
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5 de dezembro de 2017

Estátua da Liberdade, uma maldição pagã-islâmica sobre os EUA?


Estátua da Liberdade, uma maldição pagã-islâmica sobre os EUA?

Julio Severo
A Estátua da Liberdade veio a ser o símbolo mais poderoso representando os Estados Unidos e seu poder de oferecer liberdade e democracia, mas por trás desse símbolo, há outros símbolos poderosos.
A Estátua da Liberdade foi originalmente concebida como uma mulher muçulmana para permanecer na entrada do Canal de Suez no Egito, com uma lanterna na sua mão levantada como farol e símbolo de progresso.
Estátua islâmica original
Mas o escultor, Frederic Auguste Bartholdi da França, não conseguiu vender a ideia ao governante do Egito, pois no mundo islâmico, as mulheres são símbolos de submissão, não progresso. Então o Egito islâmico rejeitou a “mulher islâmica de progresso.”
Entretanto, Bartholdi não desistiu de sua ideia. Ele a vendeu aos americanos, transformando a mulher muçulmana numa escultura neo-clássica representando a deusa romana da liberdade, Libertas, ou Estátua da Liberdade — como é conhecida hoje nos EUA.
Então a França deu a deusa Libertas para os EUA na celebração dos 100 anos de sua independência em 1886. Foi um presente para unir os EUA à França, e acabou unindo os EUA também a outras realidades. Foi um presente de aniversário que mudou o próprio símbolo dos EUA. Foi o pior presente que os EUA já receberam.
Hoje os americanos conservadores, principalmente cristãos, se queixam de que os EUA estão se tornando cada vez mais pagãos e rejeitando suas raízes cristãs.
Mas quem aceitou o paganismo foi uma América bastante cristã.
Na década de 1880, no tempo exato em que os EUA aceitaram a deusa Libertas, mais de 90 por cento dos americanos eram evangélicos. Então o símbolo mais natural para representar os EUA era a Bíblia, não uma escultura pagã.
Como os EUA vieram a aceitar um símbolo pagão para representar sua identidade é um mistério. Talvez, se os reavivamento que vieram aos EUA no início de 1900 e 1960 tivessem vindo na década de 1880, os EUA poderiam ter rejeitado a deusa pagã Libertas.
Não só é a paganização moderna dos EUA um mistério desconcertante para os americanos conservadores, mas também sua atitude submissa de acolher milhões de imigrantes e “refugiados” muçulmanos.
Durante o governo de Ronald Reagan, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.
Durante o governo de George H. W. Bush, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.
Durante o governo de Bill Clinton, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.
Durante o governo de George W. Bush, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.
Durante o governo de Barack Hussein Obama, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.
A conduta deles é chocante. Ou os EUA estão loucamente apaixonados pelos muçulmanos ou algum “espírito” está destruindo sua resistência cristã e levando-os a seu suicídio cristão pelas mãos de islâmicos.
Todos esses presidentes são, nominalmente ou não, cristãos evangélicos. Por alguma razão, que não é cristã, eles injetaram centenas de milhares de muçulmanos nos EUA. Eles estavam submissos a uma agenda secreta — tão secreta quanto a mulher muçulmana por trás de Libertas?
Todos esses presidentes americanos também são conhecidos por sua submissão à Arábia Saudita, que é o maior patrocinador do terrorismo islâmico mundial. O pior atentado terrorista islâmico contra os EUA foi o 11 de setembro de 2001, cometido por 10 muçulmanos sauditas. Para fingir que não eram submissos ao islamismo, Bush e Obama castigaram o Iraque e culparam a Síria, não a Arábia Saudita. E eles começaram os discursos famosos “o islamismo é uma religião de paz.” Mais submisso que isso, impossível.
Seguindo esse exemplo governamental, Hollywood tem produzido filmes e seriados de TV “patrióticos” em que os muçulmanos são retratados como “vítimas inocentes” de preconceito. Os EUA “patrióticos” são retratados como sofrendo de “preconceito” anti-islâmico.
O que aconteceu com os EUA em 11 de setembro de 2001 é o que acontece com as mulheres islâmicas: Elas apanham até ficarem machucadas e permanecem submissas. Os EUA foram gravemente “machucados” por sauditas muçulmanos em 11 de setembro de 2001. Mesmo assim, continuam sua submissão à Arábia Saudita.
As mulheres muçulmanas são machucadas por seus homens muçulmanos, mas permanecem ligadas a eles. Os EUA têm sido machucados por grupos islâmicos apoiados pelos sauditas, mas permanecem ligados à Arábia Saudita, que é a capital do islamismo.
Como consequência, o islamismo está crescendo nos EUA. O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominante em 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle.
Os EUA têm hoje várias bases militares na Arábia Saudita — para proteger a ditadura saudita. Os EUA estão num estado de submissão ao islamismo saudita — como as mulheres são submissas ao islamismo. Quando os EUA invadem ou atacam nações muçulmanas, é porque essas nações são odiadas pela Arábia Saudita. Militarmente, os EUA estão a serviço dos caprichos e acessos de raiva islâmicos sauditas.
Os EUA aceitaram uma desgraça sobre si sem saber. Um símbolo pagão romano de um antigo império morto envolvido na cultura da morte. Mistério dos mistérios: a deusa romana que está em Nova Iorque tem uma alma de mulher submissa ao islamismo escondida. A Estátua da Liberdade traz uma maldição pagã do Império Romano extinto. E como bônus na maldição pagã, há uma maldição islâmica.
Símbolos são representações poderosas.
No livro do Apocalipse, a Grande Babilônia é representada por uma mulher como uma sociedade futurista altamente comercial e capitalista. Na década de 1980, o Rev. David Wilkerson, que comparou os EUA à Babilônia, disse:
Pense na “senhora da enseada” de Nova Iorque — a Estátua da Liberdade [símbolo nacional maior dos EUA]. Isaías avisou acerca da destruição súbita sobre uma senhora orgulhosa. “Certamente dizias: ‘Eis que por todo o sempre hei de continuar a ser a grande senhora!’ Todavia, não ponderaste tais palavras no teu coração, não refletiste sobre as consequências futuras desta tua atitude. Portanto, ouvi isto, agora, ó criatura provocadora e libidinosa! Tu que te sentas despreocupada e preguiçosa e cogitas em tua sensação de segurança: ‘Ah! Eu sou a maior das rainhas e além de mim não há mais ninguém! Jamais me verei viúva, nem sofrerei com a morte dos meus filhos!’ Pois bem, justamente sofrerás estas duas perdas em um só momento, durante um único dia: a perda dos filhos e a viuvez se abaterão sobre ti com todo o seu peso de dor, a despeito de tuas muitas feitiçarias e todos os teus poderosos prognósticos, sortilégios e encantamentos. Depositaste a tua confiança na tua malignidade e afirmaste: ‘Não há quem descubra o que faço às escondidas!’ O teu próprio saber e a tua ciência te seduziram e enganaram, e assim imaginaste no teu coração: ‘Eu sou a maior. Não há ninguém além de mim!’ A desgraça, pois, te buscará e te alcançará, e não saberás como esconjurá-la. Eis que cairá sobre ti um mal do qual não poderás livrar-se mediante qualquer pagamento de resgate; uma catástrofe que não te será possível antever desabará sobre a tua cabeça.” (Isaías 47:7-11 KJA)
Todos os deuses pagãos são opostos ao Deus verdadeiro. Com a deusa Libertas não é diferente. E o símbolo por trás do símbolo (uma mulher submissa ao islamismo) é oposto à submissão a Deus.
Libertas veio a representar o Império Romano, ocupado com a cultura da morte, inclusive infanticídio, e uma expansão belicista. Sua versão moderna, a Estátua da Liberdade, veio a representar o Império Americano, ocupado com mais de 1 milhão de abortos por ano e uma expansão belicista.
No Império Romano, Libertas era seu símbolo. Hoje, Libertas continua sendo o símbolo de um império.
A Libertas americana, e sua alma ocultista de mulher muçulmana submissa, é um símbolo perfeito para uma América pagã. Promete liberdade enquanto ela mesma é escrava de suas corrupções e depravações.
Aliás, quando os EUA aceitaram Libertas como seu símbolo e identidade, sua capital Washington DC já era famosa por seus muitos prostíbulos. Um governo cristão real nunca aceitaria Libertas. Um governo com sua capital cheia de prostíbulos a aceitaria de braços abertos.
Se as mulheres podem ser símbolos de mal máximo, elas podem também ser símbolos de redenção máxima: Na Bíblia, o símbolo da Igreja é a noiva, uma mulher. Só esta Mulher pode combater e derrotar as “mulheres” que representam forças malignas máximas, inclusive o paganismo e o islamismo, que são personificados no símbolo mais poderoso da identidade americana: a Estátua da Liberdade.
Símbolos de mulheres têm significados poderosos na Bíblia. Por que eles não deveriam ter significados poderosos na identidade e destino dos Estados Unidos?
Enquanto os EUA mantiverem seu símbolo pagão como representação de sua identidade nacional, seu chamado é ser submisso ao paganismo e no final ao islamismo, que já está acontecendo como demonstrado pela paixão louca misteriosa dos últimos cinco presidentes americanos que injetaram hordas de muçulmanos nos EUA.
Com sua tocha na sua mão, Libertas conduz os EUA e o mundo à submissão ao paganismo e ao islamismo. Só a Igreja, com a ajuda de Jesus e da Bíblia, pode resgatar os EUA e o mundo desse ídolo islâmico-pagão.
Com informações do DailyBeast e DailyMail.
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